segunda-feira, 2 de julho de 2012

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Quando criei este blog, queria que ele fosse um lugar no qual eu pudesse colocar tudo o que se passava na minha vida [e na minha cabeça] sem ter nenhuma preocupação. Uma espécie de confessionário pessoal, no qual eu contava o que quisesse aquelas coisas que gostaria, mas não gostaria ao mesmo tempo. Uma confusão que só eu [acho] que consigo entender.
No começo, meus posts eram direcionados a mim mesmo. E, aos poucos, eu os mostrava para pessoas que realmente valiam à pena na minha vida e às quais eu gostaria de ter uma opinião. Nunca me arrependi de nenhuma das minhas escolhas. Nenhum dos meus textos. Nenhum dos meus convites.
As coisas mudaram não muito tempo depois. Não sei exatamente quanto tempo porque não visitei meu [próprio] blog antes de escrever esse texto. Aliás, não fosse pelos convites [e mesmo com eles], ninguém o visitaria. Eu sei disso.
O fato é que uma coisa aconteceu no caminho. Mudou [não só] a minha cabeça. Acabou mudando tudo.
E quando eu digo TUDO, estou me permitindo uma generalização. Porquê esta não é leviana.
Eu a conheci. Viviane Helene Laubé. 1,54m [e meio]. Um olho azul absurdamente lindo. Um sorriso [assim como todo o resto do seu jeito] inocente e penetrante.
E só de digitar o nome dela me vêm uma avalanche de pensamentos e lembranças que não me deixam mais com as ideias claras.
Ela passou a dominar meus pensamentos desde o dia em que me mostrou a pessoa que era. Hoje, claro, a conheço bem mais. Mas, desde a mesa do Habib's, ela já me mostrava toda a pureza e toda a singularidade que viria a me conquistar.
Este blog serviu para que eu desse um [dos vários] primeiro[s] recado[s]. Esse blog me deu a chance de mostrar a ela que algo que ela me passou acabou ficando em mim e me fez parar mais tempo do que o normal.
Nesse blog eu fui demonstrando [como sempre] o que eu sentia, mas desde que eu a conheci, tudo o que eu sentia vontade de escrever aqui era sobre ela.
Esse blog serviu de dedicatória a ela, serviu de homenagem a ela, serviu de ponto de reconciliação entre eu e ela. Esse blog se tornou... para ela. Eu... eu me tornei para ela.
Ela dominou a minha vida. Não precisou estar comigo para me tomar para si. Ela não precisou de nada. Ela precisou apenas ser ela e, pronto, eu já era. Eu já era dela.
E, com isso, o blog foi perdendo seu sentido. Ou, melhor, ele foi refletindo a realidade inevitável que se formou em mim. Meu sentido era ela.
Os posts ficaram focados nela. Minhas palavras descreviam o que, na minha vida, tinha relação a ela. E, no fim, acabou ficando repetitivo. Não de forma ruim, mas apenas da forma como deveria ser.
E eu acabei ficando, à medida em que ela tomava mais espaço no meu coração, na minha cabeça e na minha vida, mais relapso em relação a este espaço. E [sempre] quando voltava, [sempre] com muito tempo de demora, [sempre] falava dela. Fiquei envergonhado. De novo, não no sentido ruim. Me senti pequeno [e olha que sou alto]. Pela primeira vez na minha vida, eu me senti pequeno.
Não sei como explicar exatamente o que aconteceu, mas do momento em que a conheci, até hoje, acredito que me tornei uma pessoa completamente diferente. Não sei se é verdade, mas é como eu me sinto.
Minha cabeça fica até confusa em tentar descrever em palavras aquilo que não sei nem explicar para mim mesmo.
Aquela menina que eu conheci, linda e radiante, me fez mudar, dia após dia. Ela alegrou meus dias. Me fez querer tê-la ao meu lado. Me fez gostar dela. Me fez mudar por ela. Me fez querer conhecê-la melhor. Me fez ser feliz. Ela fez tudo o que eu nunca imaginei que viveria se tornar realidade.
O começo lindo. O começo de namoro maravilhoso. As milhares de coisas novas que descobrimos juntos. As brigas frustrantes e deprimentes. A vida em casal. A confiança. A parceria. A amizade. A certeza do sentimento. A força do sentimento. São várias descrições simples para coisas que representam muito mais do que as letras que as descrevem.
É muito complicado tentar descrever. Ela não tem descrição. O que ela fez em mim não tem descrição. O que ela se tornou para mim não tem descrição. O que ela faz comigo todos os dias não tem descrição.
Ela me ensinou tudo de novo. Ela me fez renascer. Ela me fez crescer de novo. E não fez esforço nenhum para isso!
Eu começo a ter a impressão [certeza] de que poderia escrever por horas e horas sobre tudo o que ela fez comigo. Antes que isso se torne realidade...

...Vi, você apareceu na minha vida com um sorriso e um coração aberto. Seu jeito me abraçou e não soltou mais desde então. Você me fez rir de um jeito mais bobo que o normal. Me fez investir em você mais do que eu já havia tentado com qualquer outra pessoa, porquê me fez sentir por você mais do que já senti por qualquer outra pessoa. Você me deixou começar isso tudo. Você tinha seus medos. Eu tinha os meus. Mas ambos tínhamos vontade de viver algo bonito. E isso, naquele momento bastou. Fico feliz por ter bastado. Fico [muuuuuito] feliz por você ter me dado a minha primeira chance.
Desde então, só nós sabemos o quanto tudo o que vivemos foi único. O encontro no laboratório. Os vídeos na internet, as risadas e a sua vergonha em sequer sentar ao meu lado.
O entrelaçar dos dedos enquanto assistíamos [mentira] a um filme [ruim] na casa [enfeitiçada] de uma colega e o aumento de uma dúvida que já existia desde o primeiro olhar [xingo] e que ficou mais forte depois do primeiro abraço [xaveco].
O primeiro encontro e o bando de coisas que aparentou surgir entre a gente e que ameaçou, por pura [burra] bobagem nos impedir de ficarmos juntos. O primeiro cinema sem o primeiro beijo.
As horas incessantes de conversas por celular, MSN, Orkut e tudo quanto é chance que encontrávamos para nos falarmos. Aquela vontade louca de conversar com o outro 24 horas por dia. Entrar na internet e procurar por recados do outro.
O segundo encontro. O primeiro beijo [melhor nem entrar nesse mérito, certo?]. E, então, o início real de um relacionamento de casal.
Todos os passeios, as conversas, as confissões, as barreiras enfrentadas. Todos os 4 ou 5 primeiros messes que pareciam irreais de tão lindos.
Todas as brigas que começaram a surgir e que tivemos que enfrentar. Todas as mudanças que tivemos que ter. Todas as promessas que fizemos e que foram ou não cumpridas. Todos os planos que foram ou não cumpridos.
A minha mudança para São Paulo. O aperitivo de uma vida juntos que tivemos. A alegria de dividirmos coisas básicas e a certeza de que é isso que realmente queríamos.
O primeiro aniversário de namoro [com recorde batido].
Os desafios individuais de cada um que o outro passou a apoiar e passar junto. Seu TCC como o principal deles.
O fim do ano dramático. Sua formatura. Sua saída do estágio que tanto gostava. Dinheiro. Minha volta para Jundiaí.
Nossas brigas. Nossa separação. Muito tempo longe um do outro: um dia.
A ligação reconciliadora. O encontro marcado. O depoimento sincero e: a segunda chance.
E a mágica que se fez. Tudo o que era ruim foi diminuído ao mínimo. E tudo o que era bom foi inacreditavelmente multiplicado.
Até chegarmos à data derradeira. O dobro do recorde. O pouco perto de tudo o que passamos a ter vontade de viver.
Ficou feliz por ter vivido tanta coisa contigo. Fico feliz por ter vivido qualquer coisa contigo. Fico feliz por ter vivido ao seu lado. Por ter te conhecido. Por ter escutado músicas com você. Por ter te apoiado e te conhecido tanto.
Fico feliz e grato por tudo.
Você me tornou alguém feliz. Trouxe à minha vida um milagre. Algo indescritível. O amor.
Eu te amo muito. Te amo absurdamente. Amo cada detalhe do seu jeito e da sua pessoa. Amo você e amo tudo o que te cerca. Amo tudo o que de você me cerca.
Sei o quanto gosta deste blog. Sei o quanto gosta de ler o que escrevo aqui. E você tem motivos para isso. Mas espero que entenda: tudo de bom que esse blog se tornou para você, se tornou para mim também. Esse blog é a cicatriz do nosso amor e nele estão as marcas de um amor que não se explica.
Mas eu não consigo mais colocar em palavras o que você gosta que eu coloque.
Vi, você me faz sentir um amor imenso. Não é possível se descrever isso!
O nosso namoro não é comum. Ele não consegue ser descrito!
Eu não consigo me focar mais! É impossível!
É muito tempo juntos. É muito sentimento. É muita certeza e muita emoção ao mesmo tempo!
Você me fez perder as palavras ao me fazer ter palavras incontáveis para dizer!
Eu posso falar até ficar velhinho sem sequer conseguir sair do mesmo lugar!
Porque, Vi, o meu lugar é você. Minha vida é sua. Meu melhores sentimentos são seus. Minhas palavras são suas.
Eu gostaria apenas, mesmo sabendo que não vou conseguir, de expressar o quanto agradeço por ter tido a chance de ter vivido tanta coisa maravilhosa ao seu lado.
Nossa história é linda. É de emocionar. É daquelas que vamos lembrar juntos sempre que der vontade e vamos chorar ao lembrar tanta coisa linda que se sucedeu de uma forma que não poderia ser mais perfeita.
Você é um marco na minha vida. E eu tenho muita sorte de ter te conhecido. Você estar na minha vida é o bem mais valioso que eu poderei ter. E com você ao meu lado, nada mais importa.
Fica comigo por mais 2 anos?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Tá chegando...


Xalaialaiaaaaa
Xalaialaiaaaaa
Xalaialaiaaaaa
Xalaialaia!
NA CÁSPER SÓ TEM CUZÃO!!! \o/

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Tira a calça jeans, bota outra calça jeans...
Morena, você... tem duas calças jeans!
Tira a calça jeans, bota a mesma calça jeans...
Morena, você... tem uma calça jeans!

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Pode ser GORDA!
Pode ser FEIA!
Só não pode ser GORDA E FEIA!!!

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Lala, lalalaa! Lala, lalalaa! CÁSPER, UH LALA!
Eu sou da Cásper LiberÔÔÔÔÔoÔOooooOooO... CÁÁÁÁÁSPER LÍBERÔÔÔÔ!
ÔoOoÔÔÔÔÔoÔOooooOooO... CÁÁÁÁÁSPER LÍBERÔÔÔÔ!

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Vamo Cáspeeeeer!
Vamo Cantaaaaar!
Tá tudo os bêbados aqui pra te empurraaaaar!
E pra torceeeeer!
Estoy aquiiiii!
Depois do jogo eu vou beber até caiiiiir!
Vamo Cáspeeeeer! (VAMO CÁSPER!)
Vamo cantaaaaar! (VAMO CANTAR!)
Tá tudo os bêbados aqui pra te empurraaaaar! (PRA TE EMPURRAR!)
E pra torceeeeer! (E PRA TORCER!)
Estoy aquiiiii! (ESTOY AQUI!)
Depois do jogo eu vou beber até caiiiiir!

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É PEGADINHA!
BILU TETÉIA!
DESESPERADOS!
ENTÃO GRITA! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Veeeeeeeeeeem, meu amoooooooooooooooor! Vem fazer glu gluuuuuuuuuuuu! MONATCHUM!
Glu glu para mim!
Glu glu para tu!

OOOOOooÔÔÔÔÔooÔÔÔÔÔOOOooo... SÉRGIO MALANDRO!!!
OOOOOooÔÔÔÔÔooÔÔÔÔÔOOOooo... CAR SYSTEM!!!
OOOOOooÔÔÔÔÔooÔÔÔÔÔOOOooo... COMEU A XUXA!!!

(Solo Bateria), rs

...e dá-lhe dá-lhe Casperê, LI-BE-RÔ!
E dá-lhe Casperê, LI-BE-RÔ!
E dá-lhe dá-lhe Casperê, LÍ-BE-RO!
Então Chupa Maquêmze e pau no cu da Metô!

E corre agora, e corre agora!
Tá com medo de apanhar!
Pega suas coisas e vai embora!
Porque a Cásper vai chegar!

E dá-lhe dá-lhe Casperê, LI-BE-RÔ!
E dá-lhe Casperê, LI-BE-RÔ!
E dá-lhe dá-lhe Casperê, LÍ-BE-RO!
Então Chupa Maquêmze e pau no cu da Metô!

Enquanto a Cásper vai pra frente!
A sardinha vai pra trás!
Bater na cara do Maquêmze!
Pra gente nunca é demais!

E dá-lhe dá-lhe Casperê, LI-BE-RÔ!
E dá-lhe Casperê, LI-BE-RÔ!
E dá-lhe dá-lhe Casperê, LÍ-BE-RO!
Então Chupa Maquêmze e pau no cu da Metô!

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OLHA NÓS DE NOVO AQUI!!!
QUATRO DIAS SEM DORMIR!!!
SEM TOMAR BANHO, QUE ASSIM SEJA!!!
QUATRO DIAS SÓ NA BREJA!!!
EU SOU MÁIS CÁSPER!
EU SOU MAIS CÁSPER!
OOOOOooÔÔÔÔÔooÔÔÔÔÔOOOooo... CÁSPER LÍBERO!
OOOOOooÔÔÔÔÔooÔÔÔÔÔOOOooo... CÁSPER LÍBERO!

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Lalaiá lalaiá lalaiá! EÔ EÔ!
Lalaiá lalaiá lalaiá! Eu sou sempre Casperê...
Lalaiá lalaiá! Sempre contigo Casperê...
Laiaiá lalaiá...
Só eu seeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei!
PORQUE EU NÃO FICO EM CASA!

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Já é tradiçãããããão... NO JUCA! Bater em Tubarão!
Já é tradição!
Já é tradiçãããããão... Bater em Tubarão!

Ei, Maquêmze, chega aí!
Tapa na cara, chega aí!
Soco na boca, chega aí!
Já é tradiçãããããão... Bater em Tubarão!

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Me lembro da moça bonita que eu conheci em Guará!
Que dormiu comigo e me dava mil beijos na nuca!
Ela era a mais bela do JUCA, a mais bela da Cásper!
Em Registro procuro por ela! Sem ela a saudade machuca!
A mais bela do JUCA!

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Comprei um quilo de farinha, pra fazer farofa, pra fazer faroFA-FA!
E Tubarão pra mim é sardinha, a Metô é lá na roça, a Metô é lá na roÇA-ÇA!
E na FAAP só galinha, ECA nem de graça, ECA nem de graÇA-ÇA!
E a BA pequenininha, a PUC é uma bosta, a PUC é uma bosTA-TA!

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É PAU NA PUC!
PAU NA ECA!
NA FAAP ELAS GOSTAM!
SE NÃO TÁ MAIS AGUENTANDO, PÁRA UM POUQUINHO, A CÁSPER É FODA!
ENTÃO!
CÁÁÁSPER É FODA!
CÁÁÁSPER É FODA!
NOS TUBARÃO DÁ PORRADA DE MONTÃO!

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Essencial

"That certain someone special
who makes this life worth living
I'm glad, you're here, just loving me
So say that you won't leave
Cause since the day you came ... I been glad!"
(I'm glad, Jennifer Lopez)

Sabe, quando a fase não é boa, a gente precisa se apegar às coisas mais legais que temos e construímos.
Essa frase de autoajuda pode ser clichê, mas sei lá, parece até sensata quando realmente se está passando por uma fase difícil.
Depois de um[uns] dia[dias] difícil[difíceis], fiquei acordado num início de madrugada tentando pensar em quando foi que tudo havia mudado. Quando aquela história mágica havia se transformado.
Sabe, no início eu era meio sonhador. Tinha prometido a mim mesmo encontrar alguém que eu nem sabia se poderia encontrar, nem como gostaria que fosse. Ingênuo.
Mas, então, magia, sorte ou destino me colocaram de frente pra ela [- literalmente de frente - em uma mesa de Habib’s].
E a desconfiança de uma sintonia muito forte fez com que eu prestasse atenção no que estava rolando. Me ferrei. Prestei tanta atenção que acabei enfeitiçado pela alegria, pelo senso de humor... pela beleza dela.
E depois de me enfeitiçar, uma série de pensamentos melosos e idiotas começaram a me passar pela cabeça. Uma sequência montada com toda a ingenuidade possível. Era simples, eu “só” pretendia conhecê-la melhor, conquistá-la, entrar em sua vida, mostrar minha vida a ela, começar um relacionamento firme para, quem sabe, ter uma história linda e perfeita. “Só” isso. Fofo, ingênuo e romântico.
Sabe, mas por mais idealizado que fosse, pode acreditar, eu consegui. Todo esse plano idealizado, romântico - impossível e utópico? - foi sendo seguido, passo a passo.
Hoje, 7 meses depois [e 3 meses e meio depois do meu último post, tal como prometido ;)], eu a conheço melhor, a conquistei, entrei em sua vida, ela entrou na minha, temos um relacionamento firme, e até uma história linda! Faltou a perfeição.
Pois é, acho que esse foi o único ponto em que falhei. Exagerei no sonho.
Sabe, não dá pra pedir pra que tudo seja perfeito. Não dá pra pedir pra que não hajam problemas. Não dá pra pedir para que problemas externos ao namoro não interfiram no namoro em si. E, não, não dá pra pedir para que um não fique triste ao ver o outro triste, também.
Sabe, depois de umas horas pensando - e tentando procurar o sono, já que os dias difíceis ainda estão na cabeça - eu notei onde está o erro de tudo. Ficou muito claro o que estava faltando, o ponto que se perdeu no meio de tudo. A explicação da transformação. Um simples detalhe que foi escapando com a convivência: a falsa e traiçoeira ilusão de que aquele namoro era normal.
Não, ele não é normal. A sintonia do começo existe, e embora tenha se tornado comum entre os dois, continua sendo maravilhosa e incomum! O plano mirabolante, ingênuo, romântico e idealizado deu certo. Sim, faz muito tempo. Mas deu certo! A história dos dois é linda. Não, não é perfeita. Mas é linda!
Sabe, depois de tudo o que foi passado para trás, depois de tantas surpresas e momentos marcantes, não dá pra acreditar que uma má fase seja capaz de derrubar os dois da forma como tem derrubado.
E quer saber? Quem precisa de perfeição? No lugar dela, veio algo que não estava previsto no plano. Algo muito maior. Que muita gente fala, mas eu não conseguia acreditar que existia. Algo muito melhor do que perfeição: AMOR.
Portanto, o desgaste dos últimos dias pode ficar para trás. Vai ser só mais uma coisa da qual iremos rir ao lembramos daqui a algum tempo.
Os problemas podem não ficar para trás como o desgaste, mas não vão mais conseguir se sobressair a essa história incomum e maravilhosa.
A falta de concordância do texto é em função do sono, mas o que importa é a essência.
A essência do texto. A minha essência. A sua essência. A nossa essência.
Porque, você sabe, ficarmos juntos já se tornou essencial.
Te amo!

domingo, 17 de outubro de 2010

Plenitude

"Here we go again
She's back in town again
I'll take her back again
One more time
Here we go again
The phone will ring again
I'll be her fool again
One more time"
(Here we go again, Norah Jones)


É engraçado. Quando eu me propus a criar este blog, eu queria tanto um lugar onde eu pudesse escrever minhas bobagens sem me preocupar com nada. Porque tipo, o blog não seria algo informativo, algo que eu ficaria pedindo [o tempo todo] para as pessoas [ainda que as mais importantes] lerem e darem sua opinião. Fiz isso um pouco, uma vez com cada pessoa. Para cada pessoa uma situação.

Acontece que, como pode ser notado, ao longo dos tempos, ou melhor, ao longo do pouco tempo no qual mantive esta página atualizada, aconteceram uma série de confusões e instantes chave na minha vida, os quais me fizeram ver somente um ponto dos meus dias e, consequentemente, escrever somente sobre ele. Sobre ela.

Pois é. Já fazem quase 3 meses que não escrevo. Não só por falta de tempo, embora seja, sim, o principal motivo. Não queria escrever um texto isolado [como este] para depois passar mais dias e dias sem nem ao menos entrar no meu próprio blog para ver se alguém chegou a ler tantas bobagem e trocadilhos bestas.

Mas dessa vez é diferente. E não estou somente falando da situação. É diferente. Hoje fazem 3 meses e meio que ela está na minha vida. Na boa, 3 meses e meio! “Quase quatro”, porque ela gosta de arredondar pra cima. [rs]

É engraçado. Em quase quatro meses muita coisa acontece. Muita mesmo. É legal ver que a cabeça de dois seres humanos [nem tão] diferentes entra em uma sintonia ainda maior do que aquela que fizeram ambos tentarem serfelizes um ao lado do outro. É legal perceber que a vida de um passa a ser a vida do outro, o que remete a ficar preocupado se o outro está triste, é ir atrás da pessoa quando você sabe que ela precisa [ainda que ela evite], é ouvir coisas que não gosta e, por mais que doa, perdoar em questão de segundos só de ver o olho do outro brilhando e dizendo: “Me perdoa. Eu me arrependo muito”.

Arrependimento é um sentimento nobre. Que cativa. Que comove. E muitas vezes ele surge quando não podemos mais mudar certas situações. Se arrepender em tempo de voltar atrás, e criar coragem para voltar atrás é algo que não pode ser ignorado. E se já é difícil voltar atrás, imagina voltar do começo?

É engraçado. Respirar fundo, e dizer para a outra pessoa com a maior certeza do mundo: “Vamos começar do começo?”. Nunca uma redundância fez tanto sentido. Porque hoje, 3 meses e meio depois, todas as voltas e reviravoltas me fazem perceber que era tudo necessário, tudo planejado, tudo calculado para que hoje, 3 dias inteiros perto dela, eu pudesse virar para trás e ver que toda a felicidade de hoje dependeu de tanta confiança, tanto companheirismo, tanta amizade, tanto amor.

Falar sobre amor é clichê. Nunca fui muito fã de falar "amor". Nunca senti algo que me fizesse pensar que eu realmente amava alguém. Mas com ela é diferente. Ela me faz sentir feliz somente com um sorriso. E me faz não me sentir quando algo além disso acontece. Ela me faz sorrir sem nem mesmo estar comigo. Ela me faz pensar na nossa história [linda] ao mesmo tempo em que me faz planejar mais momentos para que nossa história nunca deixe de ser o que, hoje, já é: perfeita.

Por isso, só por isso, por tudo isso, hoje é diferente. Não ligo de passar mais 3 meses sem escrever... Se daqui três meses eu estiver escrevendo sobre ela de novo.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Fine


He's never been lonely
She takes his hand and all his troubles step aside
He's never felt like this before,
But he'd like to try

'Let Yourself in', it's all he's thinking about
'Let Yourself in', now he's singing out loud

I'm feeling like my life has just begun
And I'm feeling fine
I fell so alive, singin'
I'm feeling like my life has just begun
And I'm feeling fine
So fine, fine, fine

She lightens up his morning
All of his plans seem so damn easy to decide
It's not about just feeling lonely
It's more, just give it a try

'Let Yourself in', it's all he's thinking about
'Let Yourself in', now he's singing out loud

I'm feeling like my life has just begun
And I'm feeling fine
I fell so alive, singin'
I'm feeling like my life has just begun
And I'm feeling fine
So fine, fine, fine

I can't wait to find my way home
I can't wait to get to start
It will not be done, until it's all begun

6x5

"(...)
- Eu ilumino seus dias.
- Ei! E essa pretensão aí?
- Mas é verdade.
- Tá. Só me explica como cabe tanta pretensão dentro de uma pessoa tão pequena?
- É que meu coração é grande.
- Deve ser bem grande, mesmo.
- É sim, cabe você dentro dele."

domingo, 18 de julho de 2010

InTenso


I know a girl
She puts the color inside of my world
But she's just like a maze
Where all of the walls all continually change
(Daughters, John Mayer)


Ela me falou tanto desse texto, me cobrou tanto que, agora, eu estou com medo que soe forçado.
Aliás, nem tenho medo. Acho que ela sabe que não é. E eu sei que ela sabe disso. E ela sabe que eu sei que ela sabe disso, mesmo se confundindo nos saberes de vez em quando. rs
Quando ela apareceu eu já estava bêbado. Ela, então, nem se fala. Veio com um papo do qual eu não queria falar. Uma briga besta, que por mais que pareça que exista, não passa de intriga da oposição [ou não].
O papo fluiu muito fácil, naquela ladeira na qual acabávamos de passar um bom tempo com um baita espírito de integração, tal como qualquer trote.
E sim, eu já sabia de tudo o que se falava dela. Já sabia de tudo o que ela tinha falado. Já sabia de tudo o que foi falado que ela tinha feito. Já sabia de tudo o que ela tinha falado de mim.
Mesmo assim, não liguei. Ela parecia tão alegre, tão feliz, tão inocente naquela conversa que me deixou intrigado em saber um pouco mais sobre ela. Quis descobrir um pouco mais do que se passava na sua vida e porque ela era [e se era] como era.
Então veio o Orkut e o MSN, iniciativas básicas pra quem quer conhecer outra pessoa. E no MSN tudo se desenrolou de uma forma que nenhum dos dois imaginava.
O estilo de vida dela me deixava meio idiota. Meu modo racional de ver tudo se confundia com o “foda-se” que ela deixava transparecer em cada frase. E, na boa, não quis julgar seu modo de agir e pensar, mas acabei julgando e vendo que era muito do que eu mesmo sempre quis fazer e pensar, mas nunca tive coragem.
E então me deixei levar, e prometi a mim mesmo tentar, até o fim, conhecer essa estilo tão romântico e idealizado [sem julgar se é bom ou ruim] que eu estava conhecendo pela primeira vez.
E como parte da promessa, jurei ser sincero ao máximo. Dizer quando discordava, dizer quando concordava [quase nunca], dizer quando estava feliz e, principalmente, dizer quando estava triste.
Sim, pra mim esse foi o essencial. Ela me ouvia e não ficava entediada com meus problemas. E contei os mais sérios que já contei pra alguém. Não os mais sérios que tenho, por falta de coragem que, quem sabe, um dia vou ter. Mas, pra mim, o fato dela me fazer sentir à vontade pra ser triste de vez em quando, me deixava muito feliz.
E, mais do que isso, me ajudava. Mais do que pensava ajudar.
Aliás, engraçado que, no começo de tudo, ela achava que quem ajudava era eu. Pobre mente inocente que não via o quando era importante pra essa mente besta.
Trocaram telefones, e por ele ocorriam os desabafos mais instantâneos. E a amizade foi se fechando, se compactando. Foram tomar um sorvete em uma segunda-feira qualquer. Coisa simples, mas que nenhum dos dois se imaginava fazendo á toa, como naquele dia.
E, depois de um tempo, os problemas de cada um já tinham se tornado pequenos. Um já tinha mudado o outro e, desde então, passaram a falar dos problemas que passaram a ter, desde então. Porque tudo o que tinha antes virou passado, virou a base da amizade que nunca imaginariam que teriam, mas, acredito eu, sempre quiseram ter.
Hoje, depois de tanto tempo, ainda que em 6 meses, a incerteza [ciúmes bobo] dela fizeram-na ter a dúvida da força de tal amizade. Porque o tempo dedicado à ela, inevitavelmente, foi divido pelo tempo dedicado a outro tipo de relacionamento que os dois - engraçado - praticamente juntos, começaram a ter.
Ela já havia dito que tinha ciúmes de seus amigos. Tinha medo de perdê-los quando eles se envolvem. E, recentemente, tinha me chamado daquilo que, no começo, era brincadeira. Pois é, era.
Porque, hoje, não duvido, não nego, não me envergonho nem me arrependo de ser seu “Best”.
E espero que, agora, lendo cada uma dessas palavras, mais do que ter certeza da sinceridade delas, quero que ela deixe de bobeira e perceba o espaço que ela já tem, já garantiu, já mereceu, já conquistou.
E que continuo a achando como a menina que vejo, ou melhor, que não consigo ver maldade. Como tantas vezes já lhe disse. Como tantas vezes ainda vou dizer. Como a vi desde o começo. Como a vou ver sempre.